Agenda de concertos (carregar no evento para mais informação)

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Are you gone gone?




Pois é!

Quando se está quase trinta anos à espera de um concerto, ou a coisa corre muito bem ou qualquer outro desfecho é pouco menos do que um desastre. No caso...

Correu bem!
Correu mesmo muito bem!

Queriam uma descrição daquelas tipo revista de música, era?
Pois não vão ter!

Esta fica só para mim!!!


Já agora deixo a lista (se é que me lembro bem) para compararmos com as dos concertos anteriores.
Admito que haja algum erro. Se for o caso agradeço correcção.

28 October 2007, Coliseu dos Recreios, Lisboa, Portugal

Redondo Beach
Privilege (Set Me Free)
Are You Experienced?
Ain't It Strange?
Beneath the Southern Cross
Ghost Dance
Dancing Barefoot
We Three
Pushin’ Too Hard
Because the Night
Pissing In a River
Soul Kitchen
Smells Like Teen Spirit
Gloria

(encore):
Perfect Day
People Have The Power
Babelogue/Rock n Roll Nigger

Mais uma espécie radiofónica em extinção



Depois do Lobo, o Coyote!

A nova grelha de programas da Antena 3, seguindo a política da maioria das rádios, dá mais um par de cacetadas aos chamados "programas de autor" expulsando-os do horário nobre para os encafuar na obscuridade do fim de semana (com repetição num dia de semana... às 4 da manhã).

Assim acontece com programas como "Indiegente" e "Coyote", talvez os dois melhores que a rádio tinha, para os substituir pelo programa de Hip-hop-tuga "Portugália" e pela mais nova palhaçada de Rui Unas (que o povo quer-se é feliz e contente que é para não fazer ondas). Entretanto as secas diárias de horas infindas de playlist continuam em grande.

Já só ouço rádio no caminho entre a casa e o trabalho.
Parece-me que em breve terei de arranjar outra maneira de ouvir música.

Ora agora que penso nisso, o leitor de mp3 mais aquela cassete dos CDs.......

domingo, 28 de outubro de 2007

Hoje é dia...




... de Patti Smith!

Para quem achou que não valia a pena ir hoje ao Coliseu (está no seu direito de guardar o dinheiro para ver... Editors??? [not]) ou andou a engonhar e já não arranjou bilhetes (engonhou mesmo muito, bolas) vou deixar aqui as listas dos dois últimos concertos (Oxford e Cambridge, eh eh) que vêm descritas, juntamente com muito mais informação, neste site (as coisas interessantes que encontramos na net...). Embora a ordem varie bastante, estes dois últimos começaram com Redondo Beach e eu não me importava nada que acontecesse o mesmo logo, sendo esta uma das "especiais", curiosamente de há cerca de dois anos para cá (não, não conto mas sim, já ouço e colecciono Patti Smith há umas décadas - é que algumas músicas ganham novas vidas por razões várias...).


22 October 2007, Carling Academy, Oxford, UK

Redondo Beach
Kimberly
Privilege (Set Me Free)
Are You Experienced?
Within You Without You
Beneath the Southern Cross
Sleep of the Dodo
Ghost Dance
Dancing Barefoot
We Three
Pushin’ Too Hard
White Rabbit
Because the Night
Soul Kitchen
Smells Like Teen Spirit
People Have the Power
Gloria

(encore):
Babelogue/Rock n Roll Nigger


23 October 2007, The Junction, Cambridge, UK

Redondo Beach
Privilege (Set Me Free)
Are You Experienced?
Ghost Dance
Cambridge Improvisation/My Blakean Year
Beneath the Southern Cross
Dancing Barefoot
We Three
Pushin’ Too Hard
Gimme Shelter
Because the Night
Soul Kitchen
Smells Like Teen Spirit
Gloria

(encore):
Perfect Day
Babelogue/Rock n Roll Nigger


Dito isto, é provável que em Portugal tenhamos direito a uns "doces" (da outra vez meteu Fernando Pessoa e tudo). Mesmo assim, e por todos os motivos e mais alguns, quebro hoje a regra de não repetir músicas e deixo aí a tocar precisamente "Redondo Beach"


"Redondo Beach"
Artista: Patti Smith
Álbum: Horses


segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Versões (18)



Já me aconteceu muitas vezes. É um daqueles discos que se compram não se sabe bem porquê (não tinha comprado os anteriores) mas que dão a sensação de serem bons. Não sei bem, mas acho que "cheiram a bom". Nem sequer tinha ouvido muito mas comprei-o, pronto, e estou muito contente com a minha compra (e por saber que o instinto ainda funciona).

Podia ficar aqui a dissecar o disco de trás para a frente (olhá-lo de um lado, do outro e de frente, como dizia o outro) mas já percebi que, no fim das contas, isso até nem conta grande coisa (se a televisão e a rádio não lhes ligam, quem é que vai acreditar em mim?). Apenas vos aconselho a que dêem uma oportunidade (de preferência duas ou três) de audição ao trabalhito (vá lá, nem custa muito e vocês sabem como se faz) e no fim, se gostarem comprem. Eu comprava, se não tivesse já comprado.

E perguntam vocês:
- Versões, pá???

Pois então aqui fica uma grande versão (na minha pouco considerável - e daí talvez... - opinião) com "marca Fonseca":


"Rocket Man"
Artista: David Fonseca
Álbum: Dreams in Colour


segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Golpe publicitário, parte 2?

A partir de hoje Segunda-feira, dia 8, está em curso uma campanha que visa fazer chegar a reedição do single dos Sex Pistols "God Save the Queen" ao primeiro lugar do top britânico como "vingança" por "alegadamente" ter sido ilicitamente impedido de lá chegar na altura da sua edição há 30 anos atrás.

Se foram ou não impedidos de chegar ao número 1, parece que ninguém sabe ao certo mas do que não há dúvidas é que a carreira dos Pistols foi sendo "empurrada" por este tipo de golpes publicitários, seja o célebre passeio de barco junto ao Parlamento para lançamento do disco, seja a acusação de terem sido expoliados da hipótese de chegar a nº1, os disturbios de Vicious, os arraiais de porrada nos Estados Unidos ou mesmo a campanha de moda "Punk" das lojas de Malcom McLaren, manager e "produtor de factos noticiáveis".

Esta campanha, lançada pelo site do NME tem, segundo o... NME, o apoio do guitarrista Slash (hoje dos Velvet Revolver) e a maneira de conseguir o objectivo é fazer com que o disco seja comprado pelo maior número de pessoas possível logo à saída (ou seja, a partir de hoje).


...



Ok, prefiro comprar um disco com música de jeito!
É que eu, para essas coisas dos "topes" já dei! Já os Sex Pistols...


(Pois é, pensavam que os "prototipos" do "Punk" não ligavam a essas coisas, não era?)

Ladies & Gentlemen, meet the Sex Pistols... and John Lydon... and Malcom McLaren... and... New Musical Express!!!


sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Joy Division - curso intensivo



Segundo Anton Corbijn, o realizador do filme Control, uma biografia de Ian Curtis dos Joy Division, os actores que representam os papeis dos elementos da banda pediram para cantar eles próprios as canções que aparecem no filme, apesar de não serem músicos e alguns deles nunca terem mesmo pegado numa guitarra antes.
Apesar de ter dito que não seria possivel, o realizador viria a mudar de opinião depois de "a banda" ter passado cinco semanas a trabalhar em estúdio entre aprender a tocar os instrumentos e ensaiar as canções.

Não tendo sido revelado o programa do curso intensivo, atrevo-me a tentar adivinhar:

- 1ª semana: Aprender a tocar como os Joy Division.
- 2ª semana: Aprender as músicas dos Joy Division.
- 3ª, 4ª e 5ª semanas: Aprender a desafinar e a tocar mal, tão bem como os Joy Division.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Que é feito do direito à diferença?


Imagem: Blitz

Há uns tempos li uma notícia sobre o Cameraman Metálico (sim, esse, claro que o conheces) em que se dizia que o homem estava na falência e que vendia grande parte do material e até muito do acervo que foi juntando ao longo dos anos, a quem quisesse comprar. Aquilo pôs-me a pensar na imprensa muiscal portuguesa ou, mais propriamente, na inexistência da mesma. Afinal o meio musical potuguês é tão pequeno e insignificante que, além de não proporcionar uma carreira à maior parte dos músicos, consegue levar à miséria gente que passou uma vida inteira a tentar descobrir e documentar tudo o que havia para descobrir e documentar.

Hoje fiquei a saber que o António Sérgio foi afastado da Radio Comercial. Segundo rezam as notícias, o afastamento prende-se com cortes orçamentais e com o facto de o programa que fazia ("A Hora do Lobo", ultimamente chamado "Nas Horas") não se enquadrar no novo projecto da estação.

Quanto aos "novos projectos" das estações de rádio já temos conversado muito por aqui e já vimos (e ouvimos) a bosta que têm sido. Agora despedir um dos melhores profissionais de rádio do país, um homem que é, ainda hoje, um dos "radialistas" mais avançados no que respeita a pesquisa e divulgação de tudo o que é novo e tem qualidade (já para não falar no que fez pela música portuguesa em termos de edições de bandas novas - que o digam os Xutos) alegando "cortes orçamentais" só atesta a completa estupidez que reina nas cabeças dos "vendedores de fast-radio" que temos à frente das estações deste país.

Pessoalmente, só falei uma vez com o António Sérgio. Um dia, ouvindo o "Som da Frente", reparei, já para o fim do programa, numa banda com um som que me despertou a atenção mas do qual não tinha apanhado o nome no princípio da música. Por impulso telefonei para a rádio (naquele tempo tinha sempre o número à mão por causa dos passatempos) a perguntar quem eram. A pessoa que atendeu não sabia mas não se atrapalhou: "olha, fala com o António Sergio". Logo atendeu e me deu as informações que eu precisava: "Esses gajos chamam-se Pogues e também gosto muito deles. Não há é discos deles à venda cá. Tens de comprar de importação". Quando agradeci a informação e pedi desculpa pelo incómodo (sempre fui muito bem educado), ele respondeu-me qualquer coisa como "não incomodas nada, é para isso que cá estamos!"

Durante anos ouvi os programas do António Sergio (agora menos, por causa das horas para onde o exilaram e do patrão que não gosta que eu chegue tarde) e durante anos encontrei o Cameraman Metálico nos concertos. Já há tempos, comentando um blogue qualquer por aí, tinha falado das saudades que tenho de programas como o "Dois Pontos" ou o "Morrison Hotel". Até aqui ainda ía à Comercial quando me davam as saudades do "Som da Frente". Depois disto acho que vou tirar essa rádio das sintonias pré-definidas do rádio do meu carro.

O meio "musical" português continua a fazer vítimas. Nos últimos tempos tem tocado mesmo àqueles que mais têm feito por ele. Em todas as actividades há os que passam sem deixar marca (a maior parte) e uns poucos que se destacam pela diferença, nos casos presentes pela qualidade do trabalho que fazem. Como diriam os próprios Pogues, "Men You Don't Meet Every Day".

Na Radio Comercial perdeu-se o "direito à diferença". Que outros direitos estaremos ainda para perder?


"I'm A Man You Don't Meet Every Day"
Artista: The Pogues
Álbum: Rum, Sodomy & the Lash



quinta-feira, 20 de setembro de 2007

2007 tem Prémio José Afonso



A Brigada Victor Jara venceu a edição deste ano do Prémio José Afonso, prémio "supostamente" anual atribuido pela Câmara Municipal da Amadora. E "supostamente" porquê? Porque não houve vencedor em 2006, alegadamente por falta de trabalhos de "mérito consonante com o prestígio do Prémio".

Na altura indignou-se a Associação José Afonso pela não atribuição, sim, mas principalmente pela mudança das regras de "acesso". Ou seja, para além da especificidade do prémio em si, que limita o acesso a trabalhos "que tenham como referência a Cultura e a História portuguesas, tal como a obra do autor de Grândola", a partir de 2006 em vez de serem jornalistas e um funcionário da Autarquia a elaborar a lista de nomeados como até aí, passaram a ser enviados convites para editoras que deveriam propôr trabalhos a concurso.

Pois é! Fiam-se na editoras e depois dá buraco.
Ao que parece, as editoras apresentaram nove discos a concurso mas o juri decidiu que nenhum reunia o tal "mérito....". Entretanto, extra-concurso (devido à tal mudança de regras), o referido funcionário que tinha essa incumbência nos anos anteriores tinha, antes de se aposentar, deixado uma lista de treze, dos quais só dois coincidiam. Ou seja, juntamente com os das editoras seriam vinte e, até se poderia dar o caso de algum ter "mérito consonante" para ganhar. Querem ver? Vejamos então as listas:

A das editoras:

"Apontamento" - Margarida Pinto
"Mulheres" - Vozes da Rádio
"Amores Imperfeitos" - Viviane
"Éramos Assim" - Boite Zuleika
"Groovin´on monster`s eye-balls" - Hands on Approach
"Cacus" - José Peixoto e Carlos Zíngaro
"Coisas Simples" - Maria Léon
"Almadrava" - Marenostrum
"Cantes D´Álem Tejo" - Francisco Naia

A do ex-funcionário da Câmara Júlio Murraças:

"Almadrava" - Marenostrum
"Cantes D´Álem Tejo" - Francisco Naia
"Ulisses" – Cristina Branco
"Tributo a los laureados" – Fernando Tordo
"Filarmónica Gil" – Filarmónica Gil
"Modas i Anzonas" – Galandum Galundaina
"Ao vivo em Lisboa" – Joana Amendoeira
"Anjos da noite" – Jorge Vadio
"Tudo ou nada" – Kátia Guerreitro
"Faluas do Tejo" – Madredeus
"Diário" – Mafalda Arnaulth
"Transparente" – Mariza
"Obrigado" – Teresa Salgueiro

Fazendo contas à tal especificidade dos parâmetros do prémio, compreende-se que ele não seja atribuido a discos como os dos Hands on Approach, Viviane ou Boite Zuleika (poucas referências à Cultura e História portuguesas e à obra do Zeca), já na lista de baixo se conseguem descortinar trabalhos com essas características, alguns deles mesmo com referências de qualidade internacionais (como se as nacionais não chegassem...) que, diria eu, até tinham qualidade para ganhar um prémio de 5000 euritos da Câmara da Amadora (não desmerecendo, claro).

Quanto à Brigada, ainda não ouvi a "Ceia Louca" mas pelo que já li sobre o disco não tenho dúvidas de que preencherá facilmente os "requisitos". Parabéns à Brigada pelo prémio e mais os 30 anos de edições e desejos de juizinho às pessoas que têm neste país a missão de apoiar a música que por cá se faz. É que por vezes, de tanto "trabalhar para aquecer", os músicos devem acabar por se sentir "queimaditos". Ou não?

domingo, 16 de setembro de 2007

Anos 60 (II)




Como de costume, por gostar sempre que se saiba do que falo (e também para fazer um bocadinho de pressão à Radar, admito), aqui venho deixar uma pequena referência ao álbum de que falava aí em baixo, acompanhada por um "teaser" que fica aí a tocar durante uns dias.

Surrealistic Pillow foi o segundo álbum dos Jefferson Airplane e o primeiro com a voz de Grace Slick. Para resumir as coisas, depois de um primeiro disco mais orientado para o Folk-rock, este, de 1967, marca a entrada no "psicadelismo", transportando, juntamente com outras bandas como os Grateful Dead ou os Quicksilver Messenger Service, entre outras, toda uma geração para aquilo a que se chamou "Summer of Love" (ou a génese do "movimento hippie"). Este "movimento socio-artistico" (com alguma ingenuidade e muito "pseudismo" pelo meio, digo eu) viria a ser bastante produtivo em termos musicais e acabou por ter uma influência importante na musica rock, influência essa que acabou por sobreviver ao declínio do próprio "movimento social" (afinal as flores não tinham assim tanto poder e pode mesmo dizer-se que começaram a murchar antes do último dia do festival de Woodstock, em 1969 - mas isso é outro assunto).

Quanto aos Jefferson Airplane, acabaram por mudar bastante o estilo musical ao longo do tempo e gerar várias "encarnações" com as mais diversas formações (Jefferson Starship ou Starship - a pior de todas), para além de darem origem a diversas bandas a partir das várias "deserções" que foram sofrendo, como por exemplo os "acústicos" Hot Tuna (também há-de tocar aqui um destes dias) de Jack Casady e Jorma Kaukonen.

Deste álbum podia deixar aqui a tocar as músicas mais conhecidas como "White Rabbit", "Somebody to Love" ou "Plastic Fantastic Lover" mas preferi uma daquelas mais "escondidas". Torna a coisa mais interessante... digo eu!


"Comin' Back To Me"
Artista: Jefferson Airplane
Álbum: Surrealistic Pillow



Ah...! não, como devem ter reparado, não é a Grace Slick a cantar mas sim o Marty Balin, o outro vocalista da banda.


Coincidências...



Tenho de admitir que por vezes há coincidências que me surprendem.

Não, não vou aqui expôr as coincidências mais estranhas da minha vida. Isso queriam vocês e, provavelmente seria uma maneira de aumentar o número de visitantes (a vida dos outros é sempre muito mais interessante que a nossa, mesmo que seja uma grande seca, só porque... é a dos outros). Mas isto é um blogue de música por isso aqui fala-se de coincidências musicais.

Pois do que se trata é o seguinte: parece que cada disco que eu aqui venho dizer que quero mas não existe em CD, não passa mais de um ano e lá aparece a rodelita à venda. Ora vejamos:

- Em Março de 2005, falando da Banda do Casaco, lamentava o desaparecimento das "masters" das gravações de "Hoje há conquilhas, amanhã não sabemos". Um ano e meio depois já o CD cá estava fora, graças às possibilidades das novas tecnologias. Este já cá roda em casa.

- No mesmo ano, em Setembro, vim aqui declarar que queria um certo disco ao vivo dos Lindisfarne, chamado Lindisfarne Live, reclamando do facto de os prórios não terem gostado do som do original e terem por isso decidido não o editar em CD. Um ano depois, "Lindisfarne Live" sai com o subtítulo "The Definitive Edition", não só com as canções do viníl original mas com todo o alinhamento do concerto, melhorado e realinhado. Custa à volta de 40 dólares na Amazon, por isso ainda não o consegui comprar.

- Por último, há cerca de um mês atrás escrevi aqui que me faltava um disco ao vivo do Leon Russell com os New Grass Revival mas que só tinha visto um exemplar em viníl e ainda não existia em CD. Aparentemente estou a ganhar eficácia pois hoje fiquei a saber que o tal "The Live Album" será editado a 30 de Outubro de 2007 e já se encontra em pré-encomenda na Amazon.

Ora bem, se a isto juntar o facto de hoje, minutos depois de ter recomendado o álbum "Surrealistic Pillow" dos Jefferson Airplane para ser um próximo "Álbum de Família" na rádio Radar, ter ouvido esta banda num filme que estava a passar na TV, depois de não os ouvir há uns anos em lado nenhum, sou levado a concluir que a minha capacidade "coincidencial" se encontra em nível elevado.

Assim sendo, se por acaso se der a coincidência de alguém me querer oferecer um destes discos em data breve, basta mandar-me um mail e eu terei todo o gosto em fornecer mais elementos sobre estas e outras coisas que gostava que coincidissem com as que já estão ali na estante.

Eu cá não sei, mas até acho que já ouvi alguém dizer que "As coincidências nunca acontecem por acaso"... ou então não ouvi - foi coincidência!