AGENDA DE CONCERTOS POR ESSE PAÍS FORA...

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Há Música na Casa da Cerca

Para quem não conhece, a Casa da Cerca fica em Almada, junto ao elevador do Cais do Ginjal. É um espaço simpático, com uma vista fantástica sobre o Tejo e a cidade de Lisboa.

E porque um espaço especial merece uma programação musical especial, a Casa da Cerca oferece um ciclo de concertos diferente do habitual. Eis a apresentação, com aparece no site da instituição:

HÁ MÚSICA NA CASA DA CERCA é um programa de música desenvolvido pela Casa da Cerca em parceria com a PontoZurca, editora e produtora discográfica. Realiza-se entre maio e setembro em vários espaços da Casa, apresentando uma seleção musical eclética em dois formatos - Concertos Invisíveis e Concertos ao Pôr-do-Sol.

CONCERTOS INVISÍVEIS
Um desafio aos sentidos, os concertos invisíveis acontecem no icónico espaço da Cisterna e convidam a experienciar um momento musical em que não se vê o seu intérprete.

CONCERTOS AO PÔR-DO-SOL
Realizam-se no Parque de Escultura da Casa da Cerca e convidam a disfrutar da bela vista sobre o Tejo acompanhada de música: uma playlist de um convidado e um concerto ao vivo.


Todas as informações em:
www.facebook.com/hamusicanacasadacerca


Dia Internacional dos Museus e Noite dos Museus 2016 no Museu Nacional da Música

Programa pormenorizado, dias 18 e 21 de Maio de 2016:


terça-feira, 3 de maio de 2016

MIA 2016

7º Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia

PROGRAMA
5 Maio, 5ª feira
14:30 h. - Improvisação/Soundpainting – Workshop orientado por François Choiselat

6 Maio, 6ª feira
14:30 h. - New solo conception in composed and improvised music – Masterclass orientada por Mark Alban Lotz
22:00 h. - Mark Alban Lotz – Concerto solo
24:00 h.– MIA Party - After Hours Jam Session

7 Maio, sábado
15:00 h. - Obituary (homenagem a músicos mortos no ano de 2016)
15:30 h. - Grupos sorteados
19:00 h. - Água Benta
22:00 h. - P.R.E.C.
22:30 h. - Ensemble MIA
24:00 h.– MIA Party - After Hours Jam Session

8 Maio, domingo
15:00 h. - O Olho
15:30 h. - Grupos sorteados
19:00 h. - Breathing Space
22:00 h. - Quarteto Incrível
22:30 h. - Ensemble MIA
24:00 h.– MIA Party - After Hours Jam Session

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Mais uma cifra... primeira a pedido!

Finalmente alguém me pediu para publicar os acordes duma canção. Caiu a escolha no "Fire", canção menos conhecida do Bruce Springsteen que já teve várias versões "teatrais" ao vivo, sendo o vídeo abaixo uma delas, por acaso a que acabou no disco "Live 1975-85". Há outras versões, mais rápidas, com alguns acordes diferentes, mas foi esta que me pediram, por isso é a que fica. Espero que vos sirva. Ah, claro, um obrigado pelo pedido. Aguardo os seguintes.

Aqui à direita está a capa do disco em questão, um documento imprescindível para se perceber como era Springsteen ao vivo naquela altura (1975 a 1985). Hoje em dia será diferente, mas isso confirmarei presencialmente muito em breve, ali para os lados da Bela Vista. E viva a amizade!





A cifra está, claro, na página Cifras
Não é tocada exactamente como está no vídeo. Tornei-a um pouco mais simples, para dedos menos treinados. Mas está muito parecida. Experimentem tocar com o vídeo e digam-me se resulta.

terça-feira, 8 de março de 2016

"Escape and Return" ao vivo no Museu do Carmo

Como é que se apresenta ao vivo um disco de música improvisada?

Fernando Guiomar e Paulo Chagas explicam fazendo:
Ouve-se o que está gravado, escolhe-se, no esqueleto de cada música, os fragmentos que podem servir de âncora de maneira a que possa ser reconhecida, tiram-se apontamentos, aprende-se a tocar esse “esqueleto” e, na apresentação ao vivo, volta-se a improvisar utilizando essas âncoras como ponto de partida. Resultado: as músicas são as mesmas, o concerto refere-se ao disco mas é diferente dele e no fim podia gravar-se outro disco, este de música semi-improvisada, se é que isso existe (claro que existe).

Não sou conhecedor de música improvisada, nem sou especialmente adepto do género, mas (talvez por isso mesmo) foi assim que vi e ouvi a excelente apresentação de “Escape and Return”, o disco de Fernando Guiomar (guitarra acústica) e Paulo Chagas (flautas, saxofone), no último Sábado, 5 de Março, na sala de conferências do Museu arqueológico do Carmo.

Considerando o que escrevi acima, que já conhecia boa parte do trabalho de cada um, que já tinha ouvido parte do disco antes do concerto e que, por definição, nunca descarto a possibilidade de ver um concerto de guitarra acústica bem tocada (no caso, essa condição estava, à partida, garantida), não posso dizer que tenha ido para o Carmo com o espírito de quem vai, normalmente, para um concerto de música improvisada, mas ia à espera de surpresas. E as surpresas são (para além da música bem tocada) o grande bónus de concertos deste género. Cada tema, em cada concerto de apresentação deste disco, será tocado de maneira sempre diferente e todos os concertos nos darão um conjunto de dez músicas diferentes das que estarão gravadas no disco que compraremos no fim e que ouviremos em casa as vezes que quisermos. De todas as vezes que ouvir o disco, será o mesmo disco. O concerto de Sábado, esse ficou ali, junto com os cacos, as múmias as pedras do convento e com a boa memória que me ficará dessa tarde.

Uma última palavra para a capa do disco, a que se juntam as gravuras que acompanham, música a música, todo o concerto: Fantásticas!

Composições: Fernando Guiomar e Paulo Chagas
Fernando Guiomar - Guitarra acústica
Paulo Chagas - Flautas, clarinete sopranino, clarinete baixo, saxofone alto
Desenhos originais - Larsols EvaUlrika Gustafsson

sábado, 16 de janeiro de 2016

E... três cifras para o Bowie!!!

Versão feita pelo meu amigo Jorge “Belche” Laires em dó. Excelente, por sinal. O tom original e fá mas, para guitarra, este (dó) é mais “tocável”. E a verdade é que há gravações mais tardias desta música cantadas em dó pelo próprio Bowie, como podem constatar no video que deixo aqui em baixo.

Os meus sinceros agradecimentos pela colaboração do Belche. Eu não iria lá, com certeza. Há aqui acordes que eu nunca tinha visto na vida, eh eh. Ele fez com gosto, agora aproveitem o trabalho e toquem. Divirtam-se!





sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Duas cifras para o Bowie

Tal como tinha dito ontem, cá está (ali na página das Cifras) a segunda canção do Bowie, para quem  quiser tocar umas malhas com o rapaz que agora está mesmo "far above the moon".

Retirei esta versão partindo do vídeo que aqui deixo (versão de 1972, creio), juntando informação de algumas páginas de cifras na net com a de alguns vídeos tutoriais, nenhum deles igual ao outro (alguns com erros óbvios), para conseguir algo parecido com o original. Também tive alguma dificuldade com os nomes dos acordes (tenho sempre dificuldades com os "compostos"). Além disso, nem sempre o mesmo acorde é tocado na mesma posição. Deixo-os todos na lista, mas vocês depois tocam como vos der mais jeito: ou os simples, ou os outros “pelo braço acima”. Divirtam-se.




quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Uma cifra para o Bowie!

Sabendo da consternação que causou a todos os melómanos o recente desaparecimento (do lado físico dos vivos) de David Bowie e juntando-me ás várias homenagens e sessões de audição de músicas do senhor, deixo-vos aqui - ali na página das cifras - os acordes (simplificados) para esta musiquinha, que é das minhas favoritas.
Se não se quiserem limitar à audição e vos apetecer tocar ao mesmo tempo, aproveitem. O tom que está indicado é o da versão original e não o das mais recentes ao vivo.
Divirtam-se. O melhor é mesmo a música!





Talvez ainda se arranje mais uma. Vou estudar o assunto.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Cifra nova

Já têm uma versão simplificada de "Message in a Bottle" dos The Police na página das Cifras.

Não dá é para tocar acompanhando o vídeo (bom, dar até dá, mas o transpositor (capo) tem que ficar no nono traste).



sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Tom Waits e Crystal Gayle, para quem quiser tocar.

Já lá está mais esta. Ali nas Cifras. Com esta, faz 17.
algum tocador por aí que experimente e diga de sua justiça. aceitam-se correcções (se julgadas procedentes, como é evidente) e críticas.