Julie and the Carjackers (Lisboa) é um grupo de rock-folk com influências musicais que variam entre a música tropical, exótica e o jazz. A mistura resulta numa sonoridade intemporal e idiossincrática, sem nunca denunciar a sua origem do ponto de vista estilístico.
O grupo foi formado no verão de 2009 por João Correia e Bruno Pernadas, músicos, compositores e arranjadores. Os dois músicos formaram Julie and the Carjackers depois de vários anos de parcerias em diversos projectos musicais ligados ao jazz, rock e à música improvisada. Julie and the Carjackers surge assim para dar vida ao conjunto de canções que ambos escreviam mas que dificilmente se encaixavam nos seus anteriores projectos musicais.
(Em http://www.julieandthecarjackers.com/)
Mais um projecto muito bom do João Correia, digo eu.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Pete Seeger (1919-2014)
Capa do livro que assinalou a vinda a Portugal de Pete Seeger em 2 de Dezembro de 1083, editado pela comissão organizadora do evento:
"Well, of course he passed away!" I'm telling everyone this morning. "But that doesn't mean he's gone."
(Arlo Guthrie, 28-01-2014)
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| Ainda tenho o meu exemplar! |
"Well, of course he passed away!" I'm telling everyone this morning. "But that doesn't mean he's gone."
(Arlo Guthrie, 28-01-2014)
So long, Pete. It's been good to know you.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
Sonhando alto...
Um dos meus guitarristas favoritos à conversa com o fabricante de uma das guitarras dos meus sonhos, que por acaso (não é nada por acaso) produz a guitarra com o nome deste mesmo guitarrista.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Vida difícil, a de um boicotador.
Isto de tentar conservar o chamado comércio tradicional e de proximidade
tem muito que se lhe diga. Um dos grandes problemas com que muitas
vezes me deparo é o facto de o próprio comércio de proximidade não fazer
muito por si próprio.
Senão vejamos:
- Três discos para comprar, dois deles saídos este ano e o outro, um numa lista de seis, todos "clássicos" numa colecção de bom gosto musical, todos catálogo base de qualquer loja de discos de qualidade.
- Como estou em boicote à fnac, fiz uma lista de lojas de discos em Lisboa, onde pudesse chegar de Metro e a pé sem gastar muitas horas. Há que dizer que só soube da lista de discos a comprar ontem à noite, já não tendo, por isso, tempo para encomendar os discos na loja "online" portuguesa onde costumo comprar à cobrança.. Escolhi 5 lojas (não vou dizer os nomes).
- Primeira loja: Quase tudo discos usados. Dos discos recentes não havia nenhum, dos "clássicos" havia um. Usado.
- Segunda loja: Fechada. Conferi o horário afixado na porta. Estava dentro do horário.
- Terceira loja: Fechada. Conferi o horário afixado na porta. Estava dentro do horário.
- Quarta loja: Transformada numa "Feira de Vinil Usado", certamente para aproveitar a quadra. Nem procurei.
- Quinta loja: Dos recentes havia um. Caro. Dos "clássicos" havia três. Usados. Há que referir que esta loja tem os novos e os usados todos misturados.
Como sou um tipo um bocado antiquado e, não sei se bem ou mal, ainda gosto de dar coisas novas em vez de usadas (a não ser que seja uma peça de colecção ou algo de muito raro), acabei na fnac, onde havia todos os discos e me demorei dez minutos, cinco para escolher um de entre os seis, outros cinco na caixa a pagar.
Pois, assim é difícil.
Senão vejamos:
- Três discos para comprar, dois deles saídos este ano e o outro, um numa lista de seis, todos "clássicos" numa colecção de bom gosto musical, todos catálogo base de qualquer loja de discos de qualidade.
- Como estou em boicote à fnac, fiz uma lista de lojas de discos em Lisboa, onde pudesse chegar de Metro e a pé sem gastar muitas horas. Há que dizer que só soube da lista de discos a comprar ontem à noite, já não tendo, por isso, tempo para encomendar os discos na loja "online" portuguesa onde costumo comprar à cobrança.. Escolhi 5 lojas (não vou dizer os nomes).
- Primeira loja: Quase tudo discos usados. Dos discos recentes não havia nenhum, dos "clássicos" havia um. Usado.
- Segunda loja: Fechada. Conferi o horário afixado na porta. Estava dentro do horário.
- Terceira loja: Fechada. Conferi o horário afixado na porta. Estava dentro do horário.
- Quarta loja: Transformada numa "Feira de Vinil Usado", certamente para aproveitar a quadra. Nem procurei.
- Quinta loja: Dos recentes havia um. Caro. Dos "clássicos" havia três. Usados. Há que referir que esta loja tem os novos e os usados todos misturados.
Como sou um tipo um bocado antiquado e, não sei se bem ou mal, ainda gosto de dar coisas novas em vez de usadas (a não ser que seja uma peça de colecção ou algo de muito raro), acabei na fnac, onde havia todos os discos e me demorei dez minutos, cinco para escolher um de entre os seis, outros cinco na caixa a pagar.
Pois, assim é difícil.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Vídeo do dia - a Jigsaw
Os a Jigsaw comemoram mais um aniversário, nos próximos dias 13 e 14 de Dezembro no Salão Brazil, em Coimbra. Prometem muitos convidados e muita música, alguma nunca antes tocada ao vivo.
Para quem não os conhece, os a Jigsaw são uma banda já com vasto currículo e mais de dez anos de estrada, pelo mundo fora, de momento formados por João Rui, Jorri, Guilherme Pimenta e Maria Côrte.
Mais informação disponível em a jigsaw.net; Facebook a Jigsaw
Mais vídeos em youtube a Jigsaw tv
Aqui fica o vídeo de Dark Rider, acabadinho de sair do forno.
Para quem não os conhece, os a Jigsaw são uma banda já com vasto currículo e mais de dez anos de estrada, pelo mundo fora, de momento formados por João Rui, Jorri, Guilherme Pimenta e Maria Côrte.
Mais informação disponível em a jigsaw.net; Facebook a Jigsaw
Mais vídeos em youtube a Jigsaw tv
Aqui fica o vídeo de Dark Rider, acabadinho de sair do forno.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Citações
“Houve grandes rumores, há uns anos atrás, sobre mim e o Bob Dylan escrevermos juntos, e continuo a ter isso em mente. Gostaria de o fazer. Mas estou mal habituado no que respeita colaborações porque tive o John como colaborador. E tenho que ser bastante irrealista para achar que encontrarei um melhor colaborador do que ele”.
(Paul McCartney)
[Em http://palcoprincipal.sapo.pt/, por Sara Novais]
(Paul McCartney)
[Em http://palcoprincipal.sapo.pt/, por Sara Novais]
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
45 anos...
Faz hoje 45 anos, era editado um dos meus álbuns favoritos. É duplo, dá pelo nome de The Beatles, mas toda a gente o conhece como "Álbum Branco". Se ainda não têm, devem comprar. Seja em Vinil, em CD ou em formato digital (este a evitar, devido à fraca qualidade), é um álbum que temos de ter na estante.
Deixo-vos aqui o vídeo de uma das mais extraordinárias canções do álbum, tanto pela beleza, como pela simplicidade, que desde há uns anos se tornou o meu despertador matinal e cuja parte de guitarra ( com técnica "adaptada") tenho andado a aprender (aqui numa versão ao vivo um pouco diferente do original).
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
De como Neil Young apresentou "Harvest" a Graham Nash.
(...) I was at Neil’s ranch one day just south of San Francisco, and he has a beautiful lake with red-wing blackbirds. And he asked me if I wanted to hear his new album, “Harvest.” And I said sure, let’s go into the studio and listen.
Oh, no. That’s not what Neil had in mind. He said get into the rowboat.
I said get into the rowboat? He said, yeah, we’re going to go out into the middle of the lake. Now, I think he’s got a little cassette player with him or a little, you know, early digital format player. So I’m thinking I’m going to wear headphones and listen in the relative peace in the middle of Neil’s lake.
Oh, no. He has his entire house as the left speaker and his entire barn as the right speaker. And I heard “Harvest” coming out of these two incredibly large loud speakers louder than hell. It was unbelievable. Elliot Mazer, who produced Neil, produced “Harvest,” came down to the shore of the lake and he shouted out to Neil: How was that, Neil?
And I swear to god, Neil Young shouted back: More barn!
Graham Nash em entrevista a Terry Gross
Publicado em http://www.openculture.com/
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Good old Suede
Vi-os há 14 anos, no Pavilhão Atlântico, na primeira parte dos R.E.M., de quem na altura não ficaram nada atrás. Estiveram mais uma vez esta semana em Portugal, onde se afirmaram há muito como cabeças de cartaz por direito próprio. O concerto não parece, curiosamente (ou não) muito diferente do que vi. Para quem basta um bom concerto, será suficiente. Pelo menos, não defraudam expectativas. Para mim, continua a ser uma boa banda ao vivo, mas um tanto repetitiva em disco. Não faz mal. Também só tenho um: o espantoso "Sci-fi lullabies". Desta vez não fui. Mas quem foi deve ter gostado.
Eis o vídeo completo do concerto da última sexta feira, no Porto.
O vídeo está bom. O som piora à medida que a festa aumenta e o fim se aproxima. Mas vê-se bem.
Eis o vídeo completo do concerto da última sexta feira, no Porto.
O vídeo está bom. O som piora à medida que a festa aumenta e o fim se aproxima. Mas vê-se bem.
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