Agenda de concertos (carregar no evento para mais informação)

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Notícias "na hora"?

Mais uma adição aqui ao blogue: uma barra que vai passando notícias de música aí em cima. Não liguem muito às datas, algumas notícias já têm uns dias. Tudo bem. Às vezes também dá jeito saber de coisas que se passaram sem nós sabermos, quanto mais não seja para ficarmos mais atentos.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Mudanças forçadas

Não, não se enganaram no blogue. Ainda é o mesmo, só mudou um pouco de aspecto.

A única grande mudança está nos comentários, que foram mesmo os causadores da alteração. Os senhores do Haloscan resolveram mudar o sistema e, já que estão com a mão na massa, toca de pedir dinheiro para fazer a "migração". Nem é tarde nem é cedo, os do Blogger ainda são à borla. A chatice é que os comentários já feitos deixaram de aparecer. Mas não se perderam. Estão todos aqui guardadinhos para eu ler de vez em quando. Entretanto, começa uma nova fase de comentários e até nem é má altura, visto que já há uns tempos que ninguém comentava nada (sim, eu sei que também não tenho escrito grande coisa).

Esta não é, para já, a versão final. Não se espantem se houver mais mudanças nos próximos dias.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Uma questão de frequência

Antes de mais tenho de admitir que pouco ou nada percebo do assunto e pode até haver uma ou mais explicações plausíveis para o facto, mas a verdade é que nunca percebi porque é que as rádios ditas "nacionais" têm tantas posições atribuídas no estreito espaço do FM. A primeira resposta que me vem à mente é a habitual: "porque as frequências vão variando ao longo do país e há áreas que apanham a emissão de várias zonas diferentes". Agora, alguém me explica como é que isto se justifica num país com o tamanho de Portugal? Se há essa distinção entre rádios "nacionais" e "locais" não seria lógico que às primeiras fosse atribuída uma única frequência ao longo de todo o país e as outras se distribuíssem pelo espaço livre das respectivas regiões?

Seguindo pela clássica teoria da conspiração poderíamos até conjecturar que isto está feito assim para beneficiar as grandes marcas de auto-rádios com RDS mas nem as marcas ganham grande coisa com isso nem o sistema RDS existia quando a confusão foi criada.

O resultado disto?

Bom, o resultado disto é andarmos em viagem por Portugal e, em zonas com captação de duas ou três rádios, haver quatro frequências diferentes com a Renascença ou a Antena 1, que acabam por se sobrepor em algumas áreas às pobres das rádios locais que, com emissores obviamente mais fracos, acabam por se ver completamente "abafadas". Isto nas zonas com poucas rádios...

Dando a volta pelo outro lado, nas zonas com maior densidade populacional e, portanto, com mais espaço para o aparecimento de rádios locais e outros tipos de rádios privadas, depois do "abarbatanço" de 4 a 6 posições de cada uma das "nacionais" RR, RFM, Antenas 1, 2 e 3, fica tão pouco espaço para as outras que, mesmo bem diferenciadas e com emissores potentes e bem regulados, acabam por ficar todas quase em cima umas das outras resultando no fenómeno a que assistimos, por exemplo, na zona de Lisboa, fenómeno esse a que poderiamos dar o pomposo nome de "Éter Fanhoso" e que se traduz na prática, e pegando no exemplo da Radar, que é a que ouço mais (mas há muitos outros) no seguinte: saio das Mercês a ouvir bem, entro no IC19 com a RCS a "meter o bedelho", ouço bem na zona de Paiões, mal no Cacém (no Cacém ouvem-se todas mal), bem na CREL, com volume muito mais alto na Marginal e perco-a de todo ao entrar em Lisboa, o que é curioso, visto que a Radar emite da zona de S. Sebastião da Pedreira.

Fazendo as contas a isto tudo, dá-me ideia que, organizando um pouco as coisas neste domínio (sim, eu sei, sou um sonhador...), não só ouviríamos muito melhor as rádios que temos como haveria ainda espaço para termos algumas outras, e quem sabe se não seriam essas as "mesmo boas"? (sei lá, com pessoas que soubessem de música e de rádio e de... pois, estou outra vez a sonhar, desculpem).

Termino com um sábio conselho que, de já tão enraizado no imaginário popular, extravasou há muito o contexto da "marota" anedota que lhe deu origem:

"ORGANIZEM-SE!!!"


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Verde has left the building

So long, it's been good to know you
...
I guess you've got to be drifting along.



"Elvis Has Just Left The Building"
Artista: Frank Zappa
Álbum: Broadway the hard way



domingo, 22 de novembro de 2009

Nos por cá... Baile Popular

Quando o João Gil trabalha com o João Monge... é normal.
O Mário Delgado a trabalhar com o Alexandre Frazão... é habitual.

Mais raro é quando estes se juntam todos.

Quando estes todos se juntam aos Adiafa é...

Baile Popular!

Vão lá dar uma ouvidela.


domingo, 15 de novembro de 2009

Isto pode tornar-se um hábito...

Pela segunda vez no mesmo ano, Rui Azul e Minnemann deslocaram-se ao Sul (desta vez a Cascais) para dar um concerto de Blues, pela segunda vez convidados pela Maria Viana, pela segunda vez reduzidos a duo. Poderá dizer-se que o auditório é pequeno, eu acrescento que se poupa bastante dinheiro e a música não deixa de ser boa.

Em relação ao concerto de Janeiro, pode dizer-se que as diferenças não foram muitas mas foram bastantes, ou seja, o auditório mais pequeno e mais acolhedor tornou o concerto mais "familiar" permitindo maior participação do público; houve um artista convidado, do qual só ficámos a saber que se chama João e toca harmónica "nas horas" e (desta vez sim) houve direito a dois "encores" (nestes ambientes pequenos um par de mãos a bater palmas faz muito mais efeito e puxa por outros pares de mãos). Quanto ao resto, a música foi excelente, as histórias de Minnemann foram quase as mesmas mas contadas com algumas "nuances", a cumplicidade viu-se e ouviu-se e os solos foram ainda melhores.

Dito isto, já perceberam que, mais uma vez, os Blues se transformaram em festa e que há sempre alguma coisa de novo para ver quando estes dois se juntam no palco. A pergunta que fica é: "e quando estes dois se juntam em palco com mais gente?". Sabendo eu que a Minnemann Blues Band existe há décadas e que o Rui Azul tem para aí meia-dúzia de projectos, não se percebe como é que ninguém os traz cá para a gente "ouver". À atenção dos programadores e donos de salas da capital fica a notícia de que estão para sair novos trabalhos, tanto do Rui Azul, como da Minnemann Blues Band. Quero ver qual vai ser a desculpa para não os vermos em Lisboa desta vez. Já lhes ensinaram o caminho, vamos tornar isto um hábito. Combinado?

Últimas palavras, uma de agradecimento para a Maria Viana, e que continue a mostrar aos parolos da capital que há boa música por todo o país, duas para o Centro Cultural de Cascais, uma para dizer que vídeos de fundo podem ser boa ideia se não forem de flores filmadas à pressa no jardim (o Minnemann fartou-se de gozar, eh eh), outra para declarar que não gosto nada dos caixotes que enfiaram dentro da capela mas se isso é necessário para termos mais música, que fiquem os caixotes!


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Concertos amigos




Rui Azul e Minnemann em Cascais, hoje, dia 13, no Centro Cultural de Cascais



Creative Sources Fest (música improvisada), hoje e amanhã no LX Factory

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Cadê o outro?

Enquanto eu não invento um passatempo que valha a pena, vou deixando por aqui umas adivinhas para vocês se entreterem.

No caso, é um video de um concerto do Roy Orbison em 1987, que juntou um monte de cromos da música americana e foi editado em video e em disco (que eu tenho em vinil). Durante o video reconhecem-se muitos dos convidados (K. D. Lang, Bonnie Raitt, Elvis Costello, Bruce Springsteen...) mas há um que lá está, digamos assim, escondido. Quem é e onde está?





P.S.: Não dá prémio, só satisfação


segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Música à toa #6

Hoje o "tocador" aqui do "cp" escolheu "Scratch and Sniff" de Bela Fleck and the Flecktones.
Vi o Bela Fleck ao vivo há uns 25 anos como banjo dos New Grass Revival, num concerto, para mim mas também para mais gente, memorável. Fleck estava nessa altura em princípio de carreira mas era já um grande músico. Com os Flecktones, todos os instrumentos são muito mais do que parecem à primeira vista.




domingo, 1 de novembro de 2009

António Sérgio, sempre à frente!


António Sérgio e o som da frente



"So be easy and free
When you're drinkin' with me
I´m a man you don't meet every day"




"I'm a man you don't meet every day"
Artista: The Pogues
Álbum: Rum, sodomy and the lash