... Mas eles conseguiram!
Parece mesmo aquelas "pirracinhas" dos putos, não é?
"- Ah não gostam, é? Não gostam? Então fazemos ainda pior! Ih ih ih!!!"
Sim, porque eu não posso crer que eles acreditam que aquilo é "Televisão de qualidade"!
Ou acreditam?
Eu explico:
Estava eu a fazer o meu zapping de tarde de Domingo estilo "vejo um filme ou durmo a sesta?" quando, passando pelo canal 1 da RTP dou de caras (e de ouvidos, infelizmente) com a Serenela Andrade a tentar cantar, suponho (já nem me lembro bem, tal foi o susto) que uma música do Carlos Paião, com o "acompanhante" (o cantor, acho que o Feist) desesperado (mas sempre com um sorriso) na sua tentativa de manter a canção minimamente nas imediações do tom certo.
Pensei: pois, confere! Se os modelos estão à frente dos actores nas novelas, porque é que as apresentadoras não hão-de cantar em vez dos cantores?
E qual é o próximo programa musical da RTP?
Um sapateiro a tocar rabecão?
Desliguei a televisão e fui dormir a sesta.
(confesso que me custou um pouco a adormecer... xiça!!!).
"TV Ska"
Artista: Despe e Siga
Álbum: Os Primos
segunda-feira, 11 de setembro de 2006
quarta-feira, 6 de setembro de 2006
Para quem gosta de Ramos Rosa
... É outra maneira de ouvir a coisa!
A Linha da Frente é (ou foi, não sei) um projecto de João Aguardela e Luís Varatojo anterior à "Naifa" (2002), em que participam outros músicos como Viviane (Entre Aspas), Janelo da Costa (Kussondulola), Rui Duarte (Ramp), Dora Fidalgo e Prince Wadada. A ideia do projecto consistia em musicar poemas de vários poetas portugueses consagrados para além de António Ramos Rosa como, por exemplo, Fernando Pessoa, António Aleixo, António Boto ou Natália Correia, entre outros. Curiosamente, a primeira faixa é "A faca" de Ary dos Santos. Seria uma premonição para "A Naifa"?
Vale a pena uma ouvidela.
"Não Posso Adiar o Coração"
Artista: Linha da Frente
Álbum: Linha da Frente
A Linha da Frente é (ou foi, não sei) um projecto de João Aguardela e Luís Varatojo anterior à "Naifa" (2002), em que participam outros músicos como Viviane (Entre Aspas), Janelo da Costa (Kussondulola), Rui Duarte (Ramp), Dora Fidalgo e Prince Wadada. A ideia do projecto consistia em musicar poemas de vários poetas portugueses consagrados para além de António Ramos Rosa como, por exemplo, Fernando Pessoa, António Aleixo, António Boto ou Natália Correia, entre outros. Curiosamente, a primeira faixa é "A faca" de Ary dos Santos. Seria uma premonição para "A Naifa"?
Vale a pena uma ouvidela.
"Não Posso Adiar o Coração"
Artista: Linha da Frente
Álbum: Linha da Frente
domingo, 3 de setembro de 2006
Anos 70 (parte VI)

Estava eu ali a ver um filme daqueles de Domingo com o parolo do Costner quando, por um momento, acompanhando uma viagem que o personagem fazia, me chegou um som muito familiar.
"Xi, aos anos que já não ouvia isto. É dos Allman Brothers e chama-se... eh pá, é um nome de gaja... chama-se..."
E lá fui eu à procura, sabendo que a tinha por ali perdida, até que a encontrei. Não, não era a Melissa, era a Jessica (... como foste nessa de chamar Vanessa...).
Esta música põe-me bem disposto e com vontade de viajar, não sei porquê, mas se calhar é porque foi feita para isso. Afinal os Allman Brothers passavam a vida de um lado para o outro a fazer concertos e, nos intervalos, a viajar de mota (não foi certamente por acaso que dois dos seus músicos, Duane Allman e Berry Oakley, morreram cada um no seu acidente de mota no espaço de um ano).
Tenho a vaga ideia de ter ouvido este álbum completo na rádio, algures nos anos 70. Bons tempos...
"Jessica"
Artista: The Allman Brothers Band
Álbum: Brothers and Sisters
sexta-feira, 1 de setembro de 2006
Buscas...
Depois do abrandamento nos acessos de pessoas à procura da letra do "Não Stresses" dos Mind da Gap, eis que nova febre "googliana" traz para aqui um monte de pessoas, estas à procura de... imaginam?... adivinharam: "Músicas da Floribella portuguesa"!!!
Não sei se os MDG já disponibilizaram a letra em algum lado, se já ninguém quer saber a letra da música, ou se as pessoas que vêm à procura da Floribela não serão as mesmas, agora já na "febre colectiva" seguinte (não é tão descabido assim - basta ver o impulso que teve a carreira do Boss AC depois de entrar na banda sonora dos "Morangos")!
De qualquer forma, deixo aqui uma mensagem em jeito de "tag":
Floribella aqui não temos, está bem?
Obrigado pela visita! Voltem cá quando sair outra pepineira qualquer e... desculpem qualquer coisinha!
Não sei se os MDG já disponibilizaram a letra em algum lado, se já ninguém quer saber a letra da música, ou se as pessoas que vêm à procura da Floribela não serão as mesmas, agora já na "febre colectiva" seguinte (não é tão descabido assim - basta ver o impulso que teve a carreira do Boss AC depois de entrar na banda sonora dos "Morangos")!
De qualquer forma, deixo aqui uma mensagem em jeito de "tag":
Floribella aqui não temos, está bem?
Obrigado pela visita! Voltem cá quando sair outra pepineira qualquer e... desculpem qualquer coisinha!
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
Entretanto, na TV...

Enquanto não há programas capazes sobre música portuguesa, temos de nos contentar com os DVD's que a 2 nos mostra de vez em quando, normalmente ao Sábado, à hora de estar na má vida.
Desta vez trata-se de "No Direction Home", documentário sobre Dylan realizado por Martin Scorsese, que, para além daqueles filmes todos que o tornaram famoso, já tinha realizado "The Last Waltz", reportagem do concerto de despedida dos "The Band" (que depois se voltariam a juntar mas isso não interessa nada para aqui), documento essencial para quem viveu a absorver música durante os anos setenta.
Assim sendo, hoje às 23:10 e amanhã à 23:30 (não confiem muito nas horas), lá estarei em frente ao ecrã. É Dylan, é Scorsese, é capaz de valer a pena ("pena", é como quem diz...).
Entretanto fica aqui um Dylan de 1975 para ouvir. O homem desafina, ah pois é, mas eu gosto disto, que é que hei-de fazer?
"You're a Big Girl Now"
Artista: Bob Dylan
Álbum: Blood on the Tracks
Num perdaum uoje...
segunda-feira, 28 de agosto de 2006
Are you ready for Country?
Por alguma razão estranha, ou talvez não, há em Portugal um forte preconceito contra a chamada Country Music, Música da América (à Jaime Fernandes), talvez até mesmo por isso, por ser americana, por ser a expressão mais típica do "americanismo".
Pois será, ou tavez seja mais uma etiqueta que lhe pregaram, como a do "Portugal é uma província de Espanha".
É um facto que a grande maioria da música Country é má ou "corny" (em português, "pimba"), mas também há boa música Country, música Country que não é "pimba" e música Country com bastante piada. Descansem os fãs "alternativos" do Johnny Cash. O homem era "Country", sim senhor, mas nem tudo está perdido.
Hoje ficam aqui os Byrds a dedicar uma canção a um disc-jockey de uma rádio de Nashville que não passava os seus discos por achar que o Country-rock que a banda tocava era uma ameaça à "tradição musical americana". A letra é particularmente sarcástica e abrangente, de tal maneira que Joan Baez e Jeffrey Shurtleff a dedicaram, no festival de Woodstock, ao Governador da California (à data Ronald Reagan) em resposta ao recrutamento compulsivo de soldados para a Guerra do Vietname (não, não sei se já alguém a cantou ao GWB).
"Drug Store Truck Drivin' Man"
Artista: The Byrds
Álbum: Dr. Byrds & Mr. Hide
Sim, gosto de alguma música Country, não tanto dos estilos "tradicionais", mais de algumas das "evoluções" e "fusões" por ela geradas. Não me vou aqui alongar sobre os sub-tipos e derivações da Country Music mas garanto-vos que ela está na origem de muita da música "alternativa" que se ouve hoje em Portugal.
Que tal deixar de "condenar" música antes de a ouvir?
Já dizia a outra: "Não negue à partida uma ciência que desconhece".
Pois será, ou tavez seja mais uma etiqueta que lhe pregaram, como a do "Portugal é uma província de Espanha".
É um facto que a grande maioria da música Country é má ou "corny" (em português, "pimba"), mas também há boa música Country, música Country que não é "pimba" e música Country com bastante piada. Descansem os fãs "alternativos" do Johnny Cash. O homem era "Country", sim senhor, mas nem tudo está perdido.
Hoje ficam aqui os Byrds a dedicar uma canção a um disc-jockey de uma rádio de Nashville que não passava os seus discos por achar que o Country-rock que a banda tocava era uma ameaça à "tradição musical americana". A letra é particularmente sarcástica e abrangente, de tal maneira que Joan Baez e Jeffrey Shurtleff a dedicaram, no festival de Woodstock, ao Governador da California (à data Ronald Reagan) em resposta ao recrutamento compulsivo de soldados para a Guerra do Vietname (não, não sei se já alguém a cantou ao GWB).
"Drug Store Truck Drivin' Man"
Artista: The Byrds
Álbum: Dr. Byrds & Mr. Hide
Sim, gosto de alguma música Country, não tanto dos estilos "tradicionais", mais de algumas das "evoluções" e "fusões" por ela geradas. Não me vou aqui alongar sobre os sub-tipos e derivações da Country Music mas garanto-vos que ela está na origem de muita da música "alternativa" que se ouve hoje em Portugal.
Que tal deixar de "condenar" música antes de a ouvir?
Já dizia a outra: "Não negue à partida uma ciência que desconhece".
Os 30 piores álbuns de sempre???
Ainda na Blitz nº3, uma lista dos 30 piores álbuns de sempre, na opinião de Lia Pereira e Luís Guerra.
Nem vou aqui questionar o (discutível) conteúdo da lista apresentada. Quero apenas fazer-lhes uma "confidência":
- Meus caros, os 30 piores álbuns de sempre de certeza que nunca passaram pelos vossos ouvidinhos de críticos musicais.
Vá lá, agradeçam ao vosso patrão por vos poupar às coisas verdadeiramente más da vida e por vos pagar para fazerem coisas que não servem para nada a não ser ocupar espaço na revista.
(Seis páginas numa revista de música faziam tanto jeito aos músicos portugueses...)
Nem vou aqui questionar o (discutível) conteúdo da lista apresentada. Quero apenas fazer-lhes uma "confidência":
- Meus caros, os 30 piores álbuns de sempre de certeza que nunca passaram pelos vossos ouvidinhos de críticos musicais.
Vá lá, agradeçam ao vosso patrão por vos poupar às coisas verdadeiramente más da vida e por vos pagar para fazerem coisas que não servem para nada a não ser ocupar espaço na revista.
(Seis páginas numa revista de música faziam tanto jeito aos músicos portugueses...)
domingo, 27 de agosto de 2006
Diz-se cada coisa...
Na secção "Cartas+Mailes" da revista Blitz nº3 dei de caras com esta "pérola" da Filosofia Moderna escrita por um tal "ruimvg":
Penso que o acesso ilegal a obras de arte, sejam elas fonográficas, artes plásticas, cinematográficas ou outras, prejudica aquilo que entendemos por arte.(...)
Até aqui, o autor parece preocupado com as cópias ilegais das obras de arte e com o resultado que essa prática pode ter na actividade dos artistas. A afirmação que vem a seguir, explicando o que de facto o autor quer dizer com esta primeira, é que se revela espantosa e reveladora de um tipo de mentalidade cada vez mais comum neste país:
(...) Dado o acesso de cada vez mais pessoas à Arte, acabamos por não saber se uma grande obra é arte ou não. Isto numa altura em que cada vez aparecem mais artistas e bandas. Bandas ou artistas como os U2 ou Bruce Springsteen deixaram uma marca na história por terem beneficiado de algumas limitações no acesso às suas obras, o que não acontece agora.(...)
Este texto, só por si, não me despertaria qualquer tipo de atenção especial se não fosse o reflexo e a expressão de uma maneira de pensar tão comum em certos círculos da suposta juventude "alternativa" do país.
Ora então o rapaz não sabe se uma obra é Arte porque há muita gente a ter acesso a ela, ou seja, a Arte tem de ser validada e só pode ser reconhecida como tal quando é apenas conhecida por elites privilegiadas. São essas pessoas que decidem (segundo julgo compreender) o que é e não é Arte.
A partir do momento em que a obra passa para o domínio público, dificilmente poderá ser considerada Arte.
A seguir vem uma outra teoria extraordinária: uma em que, segundo o autor do texto, os artistas deixam a sua marca na história se o acesso às suas obras for limitado (às tais elites, suponho). Quer isto dizer portanto que, se Portugal tivesse, nos primeiros tempos de Springsteen ou U2, um mercado discográfico a funcionar correctamente, estes não ficariam na história da música. Isto porque, obviamente, nunca houve restrições no acesso à música destes artistas nos seus países de origem, nem sequer em nenhum dos países anglo-saxónicos.
Conclusão: A História da Arte Mundial depende da comunidade "pseudo-intelecto-alternativa" portuguesa e do que ela conseguir conservar longe do alcance da "populaça".
É bom viver num país onde até as maiores alarvidades podem ser escritas na imprensa. Se fosse obrigatório ser inteligente para se escrever em revistas (mesmo que apenas nas cartas dos leitores), que seria feito da Intelectualidade Portuguesa?
Viva a Liberdade e o treino de tolerância que nos proporciona!
(Se calhar por isso é que dizem que a falta de Liberdade é a principal causa das guerras).
Penso que o acesso ilegal a obras de arte, sejam elas fonográficas, artes plásticas, cinematográficas ou outras, prejudica aquilo que entendemos por arte.(...)
Até aqui, o autor parece preocupado com as cópias ilegais das obras de arte e com o resultado que essa prática pode ter na actividade dos artistas. A afirmação que vem a seguir, explicando o que de facto o autor quer dizer com esta primeira, é que se revela espantosa e reveladora de um tipo de mentalidade cada vez mais comum neste país:
(...) Dado o acesso de cada vez mais pessoas à Arte, acabamos por não saber se uma grande obra é arte ou não. Isto numa altura em que cada vez aparecem mais artistas e bandas. Bandas ou artistas como os U2 ou Bruce Springsteen deixaram uma marca na história por terem beneficiado de algumas limitações no acesso às suas obras, o que não acontece agora.(...)
Este texto, só por si, não me despertaria qualquer tipo de atenção especial se não fosse o reflexo e a expressão de uma maneira de pensar tão comum em certos círculos da suposta juventude "alternativa" do país.
Ora então o rapaz não sabe se uma obra é Arte porque há muita gente a ter acesso a ela, ou seja, a Arte tem de ser validada e só pode ser reconhecida como tal quando é apenas conhecida por elites privilegiadas. São essas pessoas que decidem (segundo julgo compreender) o que é e não é Arte.
A partir do momento em que a obra passa para o domínio público, dificilmente poderá ser considerada Arte.
A seguir vem uma outra teoria extraordinária: uma em que, segundo o autor do texto, os artistas deixam a sua marca na história se o acesso às suas obras for limitado (às tais elites, suponho). Quer isto dizer portanto que, se Portugal tivesse, nos primeiros tempos de Springsteen ou U2, um mercado discográfico a funcionar correctamente, estes não ficariam na história da música. Isto porque, obviamente, nunca houve restrições no acesso à música destes artistas nos seus países de origem, nem sequer em nenhum dos países anglo-saxónicos.
Conclusão: A História da Arte Mundial depende da comunidade "pseudo-intelecto-alternativa" portuguesa e do que ela conseguir conservar longe do alcance da "populaça".
É bom viver num país onde até as maiores alarvidades podem ser escritas na imprensa. Se fosse obrigatório ser inteligente para se escrever em revistas (mesmo que apenas nas cartas dos leitores), que seria feito da Intelectualidade Portuguesa?
Viva a Liberdade e o treino de tolerância que nos proporciona!
(Se calhar por isso é que dizem que a falta de Liberdade é a principal causa das guerras).
segunda-feira, 21 de agosto de 2006
Send 'em home!
Seeger e Springsteen em 1996
Foto: Point Blank Mag
Já lá vão quase 23 anos desde o concerto do Pete Seeger no Pavilhão dos Desportos (hoje Pavilhão Carlos Lopes), data memorável por variadas razões, que eu não vou contar, e mais uma que foi ver o Júlio Pereira a dar um bocadinho de "balanço" ao "velhote".
Nessa altura Seeger tinha já 64 anitos e "dava-lhe bem". Hoje em dia, já pelos 87, ainda canta para os amigos e faz uma ou outra aparição em público para marcar a sua posição em relação adiversos assuntos mas o seu activismo politico-musical há muito que esmoreceu.
Nos últimos tempos, especialmente desde o começo da guerra no Iraque, tem havido um acréscimo de actividade de movimentos anti-guerra nos Estados Unidos, trazendo algumas reminiscências dos movimentos Anti Guerra do Vietname nos anos 60, nos quais Pete Seeger era referência e para os quais compôs e gravou várias canções.
Não poderia, portanto, vir mais a propósito a edição este ano de "We Shall Overcome - The Seeger Sessions", disco em que Bruce Springsteen agarra o testemunho de Seeger e o transporta pelo mundo fora na forma de versões das canções do próprio Pete Seeger interpretadas por uma peculiar "Big Band" que, ao vivo, se tranforma numa festa sem tréguas do princípio ao fim do concerto (o Emigras sabe porque já viu). Eu cá sei porque vi na 2. Afinal, se procurarmos bem, ainda encontramos algo para ver na TV portuguesa (depois da meia-noite, claro).
Se hoje falta a voz a Pete Seeger, esse é um problema de que Springsteen ainda não sofre e é vê-lo a berrar canções de protesto como se não houvesse amanhã.
A quem o acusou de "Americanice exacerbada" por alturas de "Born in the USA", Bruce volta a mostrar que afinal bastava ler as letras das canções com alguma atenção.
A edição especial de "Seeger Sessions" traz uns videos e umas canções extra, entre as quais esta, que Seeger gravou em 1965 a propósito da guerra do Vietname (e mais recentemente, já adaptada ao Iraque, com a ajuda de Billy Bragg, Ani DiFranco e Steve Earle), chamada "Bring'Em Home". Esta versão foi gravada em Paris (não, não foi em Frankfurt) e, na minha opinião, está bastante melhor do que a de estúdio.
É verdade que os americanos têm uma estranha tendência para repetir várias vezes os mesmos erros mas também não é mentira que há por lá uns maduros que chateiam à brava sempre que os presidentes metem o pé na argola. Podem não conseguir grandes mudanças mas calar, também não se calam. Mais ainda o Springsteen. Quando é para berrar também berra bem!
"Bring 'Em Home"
Artista: Bruce Springsteen
(Ao vivo em Paris)
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