Ora então cá está a versãozita que eu tinha prometido ao "Verde".
Nunca fui adepto dos Guns & Roses mas aqui até parecem uma banda jeitosa.
Claro que a voz do Axl ainda me irrita um bocado mas pelo menos não tem "ai ai ai's".
Em termos instrumentais a coisa está até melhor do que o original de estúdio mas isso nos Stones até nem é assim tão importante. De qualquer maneira é giro ouvir como a coisa podia soar se o Charlie Watts tocasse alguma coisa de jeito.
Mesmo assim, para mim não bate a versão ao vivo dos próprios Stones no álbum "Get Yer Ya-Ya's Out!"
Sympathy for the Devil
Guns & Roses
terça-feira, 11 de outubro de 2005
terça-feira, 4 de outubro de 2005
Curtimos bué!
Como sabem, não gosto muito de deixar conversas por esclarecer!
Aqui fica, então, a música de que fala o Belche. Chama-se "Flakes" e contém uma paródia ao Bob Dylan. O imitador de serviço é o guitarrista Adrian Belew que, depois de ser descoberto por Zappa, tocou com um monte de gente como, por exemplo, Bowie, Talking Heads, Tom Tom Club, Mike Oldfield, King Krimson ou Tori Amos, para além de ter a sua carreira a solo e com os "Bears". Tivémos o prazer de o "ouver", como diz o José Duarte, em Alvalade no concerto do David Bowie (foi para aí em 1990...).
Este não é caso único em Frank Zappa. Há coisas deste tipo espalhadas pelos mais de 60 discos (oficiais) editados, não só de cantores mas também de instrumentistas ou de vários estilos de música. A bem dizer, o rapaz gozava com tudo o que mexia e, se não mexesse, gozava também.
A verdade é que o Bob não levou a coisa a mal e até chegou a haver a hipótese de Zappa produzir um disco dele anos mais tarde. Ao longo dos anos, o próprio Frank Zappa foi admitindo a sua admiração por Dylan.
Se a música demorar um bocadinho mais a começar não estranhem. É que a qualidade ainda pesa um bom bocado, sabiam?
For your pleasure, Mr. JBCL!
Aqui fica, então, a música de que fala o Belche. Chama-se "Flakes" e contém uma paródia ao Bob Dylan. O imitador de serviço é o guitarrista Adrian Belew que, depois de ser descoberto por Zappa, tocou com um monte de gente como, por exemplo, Bowie, Talking Heads, Tom Tom Club, Mike Oldfield, King Krimson ou Tori Amos, para além de ter a sua carreira a solo e com os "Bears". Tivémos o prazer de o "ouver", como diz o José Duarte, em Alvalade no concerto do David Bowie (foi para aí em 1990...).
Este não é caso único em Frank Zappa. Há coisas deste tipo espalhadas pelos mais de 60 discos (oficiais) editados, não só de cantores mas também de instrumentistas ou de vários estilos de música. A bem dizer, o rapaz gozava com tudo o que mexia e, se não mexesse, gozava também.
A verdade é que o Bob não levou a coisa a mal e até chegou a haver a hipótese de Zappa produzir um disco dele anos mais tarde. Ao longo dos anos, o próprio Frank Zappa foi admitindo a sua admiração por Dylan.
Se a música demorar um bocadinho mais a começar não estranhem. É que a qualidade ainda pesa um bom bocado, sabiam?
For your pleasure, Mr. JBCL!
domingo, 2 de outubro de 2005
Versões (2)
Esta é uma versão inevitável!
Claro que o Bob Dylan quando escreveu a música não estava a pensar nos Rolling Stones e também é verdade que a letra não tem nada a ver com o percurso da banda mas, com um nome destes, era previsível que, mais cedo ou mais tarde, eles a cantassem.
Esta versão é de 1995 mas, por essa altura, já os Stones a tinham incluido muitas vezes no alinhamento dos seus concertos.
Todas estas considerações à parte, acho esta versão fabulosa. E vocês?
(Não vale falar dos "pregos" do Charlie Watts na bateria. Sem eles nem seria Rolling Stones, certo?)
Claro que o Bob Dylan quando escreveu a música não estava a pensar nos Rolling Stones e também é verdade que a letra não tem nada a ver com o percurso da banda mas, com um nome destes, era previsível que, mais cedo ou mais tarde, eles a cantassem.
Esta versão é de 1995 mas, por essa altura, já os Stones a tinham incluido muitas vezes no alinhamento dos seus concertos.
Todas estas considerações à parte, acho esta versão fabulosa. E vocês?
(Não vale falar dos "pregos" do Charlie Watts na bateria. Sem eles nem seria Rolling Stones, certo?)
sábado, 1 de outubro de 2005
Dia mundial da música
Hoje "celebra-se" o Dia Mundial da Música".
No resto do mundo não sei mas cá é fixe!
Há por aí uns concertos de música chamada erudita para meia dúzia de "euditos" se fazerem ver a ver os concertos, uns "workshops" ( são coisas tão exclusivas que parece nem haver palavra para eles em português), umas acções escolares para o ministério mostrar ao povo que faz coisas e uns programas de televisão alusivos à data, que não passam em horário nobre mas que, pelos vistos, aliviam a consciência de administrações e direcções de programação que não gostam nem percebem nada de música.
E nem é preciso esperar por amanhã para ficar tudo na mesma.
Logo à tarde, mais uma edição do execrável (quem inventou esta palavra merecia um prémio) "Música no ar", que nos voltará a atormentar amanhã à noite. Se uma vez era mau...
No resto do mundo não sei mas cá é fixe!
Há por aí uns concertos de música chamada erudita para meia dúzia de "euditos" se fazerem ver a ver os concertos, uns "workshops" ( são coisas tão exclusivas que parece nem haver palavra para eles em português), umas acções escolares para o ministério mostrar ao povo que faz coisas e uns programas de televisão alusivos à data, que não passam em horário nobre mas que, pelos vistos, aliviam a consciência de administrações e direcções de programação que não gostam nem percebem nada de música.
E nem é preciso esperar por amanhã para ficar tudo na mesma.
Logo à tarde, mais uma edição do execrável (quem inventou esta palavra merecia um prémio) "Música no ar", que nos voltará a atormentar amanhã à noite. Se uma vez era mau...
quarta-feira, 28 de setembro de 2005
Versões (1)
Ora então aí fica a primeira:
É a versão de "Running up that hill" da Kate Bush pelos "góticos" holandeses Within Temptation.
Não sou grande adepto deste tipo de música mas os meus amigos "da pesada" têm protestado um bocado por isso decidi dar-lhes um presentinho.
Quanto à versão, acho-a um bocado previsível mas enfim... é "gothic rock"!!!
É a versão de "Running up that hill" da Kate Bush pelos "góticos" holandeses Within Temptation.
Não sou grande adepto deste tipo de música mas os meus amigos "da pesada" têm protestado um bocado por isso decidi dar-lhes um presentinho.
Quanto à versão, acho-a um bocado previsível mas enfim... é "gothic rock"!!!
terça-feira, 27 de setembro de 2005
Versões!
Depois de esclarecidos os jovens leitores sobre a diferença entre versões e plágio, decidi abrir mais um capítulo deste blogue justamente dedicado a elas (às versões, claro).
Sou da opinião que as músicas não são coisas acabadas, ou seja, há sempre outra maneira de as tocar e cantar. Os próprios autores acabam por fazer várias versões da mesma música e as que são feitas por outros, resultem bem ou mal, têm pelo menos de ter o interesse de serem diferentes. Se não forem, geralmente mais vale ignorá-las por défice de criatividade. Quanto aos artistas que atingem o sucesso por fazerem versões de outros, por muito más que sejam as versões e os originais, têm pelo menos o valor de ter apostado no cavalo certo. O problema é que para mim a música não tem quatro patas nem cheira mal! Tem de haver um mínimo tanto a montante como a jusante (vêem? Também sei usar termos da moda).
Toda a história da música está cheia de versões e isto inclui todos os tipos de música (quantas versões há, por exemplo, da 5ª Sinfonia do Beethoven?). O "Yesterday" dos Beatles parece que tem mais de 3000 versões gravadas. Facilmente se percebe que muitas não valem um caracol.
As versões que vou pôr aqui variam entre o muito bom e o ridículo, passando pelas outras categorias de avaliação, incluindo o interessante. Vou tentar que sejam de um original minimamente conhecido, senão a coisa perde o interesse.
A caixinha dos comentários agradece opiniões.
Sou da opinião que as músicas não são coisas acabadas, ou seja, há sempre outra maneira de as tocar e cantar. Os próprios autores acabam por fazer várias versões da mesma música e as que são feitas por outros, resultem bem ou mal, têm pelo menos de ter o interesse de serem diferentes. Se não forem, geralmente mais vale ignorá-las por défice de criatividade. Quanto aos artistas que atingem o sucesso por fazerem versões de outros, por muito más que sejam as versões e os originais, têm pelo menos o valor de ter apostado no cavalo certo. O problema é que para mim a música não tem quatro patas nem cheira mal! Tem de haver um mínimo tanto a montante como a jusante (vêem? Também sei usar termos da moda).
Toda a história da música está cheia de versões e isto inclui todos os tipos de música (quantas versões há, por exemplo, da 5ª Sinfonia do Beethoven?). O "Yesterday" dos Beatles parece que tem mais de 3000 versões gravadas. Facilmente se percebe que muitas não valem um caracol.
As versões que vou pôr aqui variam entre o muito bom e o ridículo, passando pelas outras categorias de avaliação, incluindo o interessante. Vou tentar que sejam de um original minimamente conhecido, senão a coisa perde o interesse.
A caixinha dos comentários agradece opiniões.
sábado, 24 de setembro de 2005
Fazer história
Esta canção já é um bocadinho arqueológica.
Sempre que alguma coisa é destruída, reconstruída ou simplesmente modificada, há sempre algo que fica para lembrar como era antes.
Tom Waits
I wish I was in New Orleans (In the Ninth Ward)*
*O "Ninth Ward" era uma das zonas mais pobres da cidade e foi uma das mais atingidas pelo furacão Katrina
Sempre que alguma coisa é destruída, reconstruída ou simplesmente modificada, há sempre algo que fica para lembrar como era antes.
Tom Waits
I wish I was in New Orleans (In the Ninth Ward)*
*O "Ninth Ward" era uma das zonas mais pobres da cidade e foi uma das mais atingidas pelo furacão Katrina
sexta-feira, 23 de setembro de 2005
Porque é que...?
- Os "singles" nunca são as melhores músicas dos discos?
- O nomeado que merece nunca ganha o prémio?
- O baterista é quase sempre considerado o "totó" da banda?
- Os músicos dizem sempre que não ouvem os próprios discos?
- Os críticos de música não sabem ler música?
- As perguntas das entrevistas são sempre as mesmas?
- Os músicos "alternativos" estão proibidos de ter sucesso?
- Os músicos que não têm sucesso são considerados "alternativos"?
- Os músicos dos casamentos são tão maus?
- Os casamentos dos músicos são tão maus?
- O nomeado que merece nunca ganha o prémio?
- O baterista é quase sempre considerado o "totó" da banda?
- Os músicos dizem sempre que não ouvem os próprios discos?
- Os críticos de música não sabem ler música?
- As perguntas das entrevistas são sempre as mesmas?
- Os músicos "alternativos" estão proibidos de ter sucesso?
- Os músicos que não têm sucesso são considerados "alternativos"?
- Os músicos dos casamentos são tão maus?
- Os casamentos dos músicos são tão maus?
So what?
Parece que muita gente ficou escandalizada ao saber que o grande êxito dos D'ZRT "Para mim tanto me faz" é, na verdade, uma versão de uma canção japonesa.
E depois?
Já sabemos que os rapazes não são grandes músicos.
O recurso a versões de canções estrangeiras é utilizado por montes de gente.
Os autores sempre vão ganhando uns cobres em direitos (se lhes pagarem, claro).
Pelos vistos a coisa até resultou: anda para aí muita "pita" de "olhos em bico" ultimamente!
E depois?
Já sabemos que os rapazes não são grandes músicos.
O recurso a versões de canções estrangeiras é utilizado por montes de gente.
Os autores sempre vão ganhando uns cobres em direitos (se lhes pagarem, claro).
Pelos vistos a coisa até resultou: anda para aí muita "pita" de "olhos em bico" ultimamente!
quarta-feira, 21 de setembro de 2005
Por falar em farturas...
... aqui fica uma bem "gordurosa" para que não se diga que este não é um blogue pluralista!
Já tem quase 20 anos, daí ser um bocado "dura de engolir" (na verdade já na altura era). Eu acho particularmente inventiva a parte do "...biscuit, oui oui oui oui".
"Molharrei la farture dans ta tasse chaude"
Trabalhadores do Comércio (1986)
Já tem quase 20 anos, daí ser um bocado "dura de engolir" (na verdade já na altura era). Eu acho particularmente inventiva a parte do "...biscuit, oui oui oui oui".
"Molharrei la farture dans ta tasse chaude"
Trabalhadores do Comércio (1986)
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